Solitúde.

O dia hoje esta lindo, sol despertou-nos junto com ele, e logo eu tomávamos rumo a centro da cidade, pois almejávamos chegar a praia.
Minha esposa trabalha nos centro da cidade, então nos ofereceu uma carona, ela me deixaria perto da rua que dá direto a praia, seguimos até o lugar combinado, saltamos e fomos em direção a praia, do alta já se avista o mar e a brisa marinha vem nos saudar mesmo, mesmo antes de cruzar a praça que fica de frente para a lagoa.
Seguimos agora pelo meio da praça, e o vento gelado que sopra do mar começa nos trazer recordações de pessoas e amigos que poderiam estar conosco, e lembramos que são tantos convites feitos, as lembranças também de momentos que já aconteceram, passamos em frente o hotel onde trabalhávamos e as lembranças continuam a sacudir nossas memórias. Logo chegamos a areia onde agora tudo parece deserto, e o reflexo do sol na água quase cega nossa visão e nos impede de olhar diretamente para imensidão azul, que agora apenas balança suas pequenas ondas, e logo uma vem nos salgar os pés.
Caminhamos ao longo da orla e logo tomamos rumo de volta para casa tentando desvendar um emaranhado de boas lembranças, essas das quais uma e de quando chegamos na cidade e íamos com meus filhos para o colégio e voltávamos pela praia, outras são de encontros e brincadeiras, lindos momentos testemunhados pelas grandes imensidão de grãos de areia brancas. Logo que chegamos ao déque-de-madeira da lagoa, percebemos que o vento não perturba a água que segue seus quilômetros espelhada e silenciosas.Com essa imagem nos despedimos ruma nossa casa.


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