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Solitúde.

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O dia hoje esta lindo, sol despertou-nos junto com ele, e logo eu tomávamos rumo a centro da cidade, pois almejávamos chegar a praia. Minha esposa trabalha nos centro da cidade, então nos ofereceu uma carona, ela me deixaria perto da rua que dá direto a praia, seguimos até o lugar combinado, saltamos e fomos em direção a praia, do alta já se avista o mar e a brisa marinha vem nos saudar mesmo, mesmo antes de cruzar a praça que fica de frente para a lagoa. Seguimos agora pelo meio da praça, e o vento gelado que sopra do mar começa nos trazer recordações de pessoas e amigos que poderiam estar conosco, e lembramos que são tantos convites feitos, as lembranças também de momentos que já aconteceram, passamos em frente o hotel onde trabalhávamos e as lembranças continuam a sacudir nossas memórias. Logo chegamos a areia onde agora tudo parece deserto, e o reflexo do sol na água quase cega nossa visão e nos impede de olhar diretamente para imensidão azul, que agora apenas balança suas pe...

Um dia perfeito

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Quando as crianças ainda eram muito pequenas, nos morávamos longe do centro da cidade,e vir as tardes a praça central perto da lagoa, era tudo que eles mais gostavam de fazer. Havia ali muito espaço para eles correrem, pular e se divertir. Por vezes nos entravamos nos embalos deles, sempre carregávamos uma bola, por mais que fossem pequenos gostavam de brincar com a bola. Ficávamos lá ate escurecer, depois retornávamos para vila onde morávamos uns seis kilômetros do centro. Tempos depois compramos uma casa, e nos mudamos para o centro da cidade, mas tudo mudou, os garotos cresceram, as tardes ficaram mais curtas, as correrias pela vida aumentou. Agora ficamos a espera das tardes ensolaradas de céu azul, a espera de um dia perfeito.

Beleza sutíl

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Já eram quase seis; e o sol daquela tarde estava se despedindo, quando eles sentaram nas pedras para conversar. Na realidade já haviam passado-se quase seis meses da ultima vez que tinham se encontrado, geralmente acontecia nas férias,mas dessa vez acontecera antes. O inverno estava no seu limiar,e agora a brisa convidava a primavera para alegrar, e com seu despertar de flores,também os cantos dos pássaros. Naquela tarde eles já haviam caminhado pela cidade,visitado os cafés,mas faltava a praia. Caminharam lentamente observando tudo, sempre colocando a irmã entre os dois irmãos pois sempre foram muito protetores; a alegria e descontração de ambos floria em seus sorrisos desprendidos, aquela tarde esta linda separada especialmente para eles. Passearam pela orla da praia,ate chegaram no molhe de pedras,que agora eram surradas pelas ondas de um mar esverdeado, as fragatas voavam em bandos bem no alto, e ao longe se viam barcos de pescadores que deixavam a costa,rumo a alto mar. Não...

Tardes de outono.

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Era comum caminharmos todas as tardes juntos depois do trabalho, primeiramente porque era a oportunidade que tínhamos de conversar, e segundo porque o lugar era lindo. Íamos até onde a estrada vazia uma grande curva e passava muito perto de um grande rio; no caminho passávamos por uma fazenda onde criavam alguns animais, e tinham alguns pastores alemães que montavam guarda nos portões. Mas o que mais chamava a atenção, eram as leiras de uma outra fazenda que se destacava em verdura e legumes. Onde morávamos, era uma vilinha bem no alto, com poucas casas e que as estradas davam em uma enorme plantação de eucalipto,e as tardes de outono quando saíamos a caminhar com o por-do-sol e céu azul, víamos os riscos de fumaça dos aviões-a-jato que marcavam o límpido céu azulado, e bando de pássaros que cruzavam de um lado para outro, entre a relva rasteiras podíamos observar o colorido dos lírios que agora se despediam para enfrentar o inverno logo chegaria. Assim eram nossas tardes de outono,...

O segredo de Paola.

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Nos encontramos pela primeira vez em um pequeno café na rua 24 horas,conversamos um pouco pedimos um café, pois aquela noite de sexta-feira estava muito frio. Ficamos conversando até umas quatro da manhã,ela queria saber tudo sobre mim, geralmente a curiosidade feminina é mais aguçada do que a masculina, então contamos como havíamos chegado até ali, e porque razão estávamos até aquela hora passando frio. Lá fora os termômetros marcavam 4° positivos, mas a sensação térmica era de zero. Paola era uma garota de 19 anos,loira de cabelos curto, corpo bem definido, que naquela noite portava um traje social e cachecol em torno do pescoço. Eu estava com suéter e jaqueta de couro e luvas, as cinco saímos e fomos até sua rua,precisava deixa-la em casa. A cena se repetiu quase todas as sextas-feiras daquele inverno, ate que um dia ela se declarou e contou quais eram seus objetivos, ficamos triste pois não compreendíamos aquela situação, mas aquela noite foi a ultima vez que nós, nos encontramo...